Fim do dinheiro no transporte coletivo

A onda de violência que tomou conta das cidades brasileiras tem levado medo e desemprego para uma categoria importante de profissionais: motoristas de ônibus. Diariamente chegam notícias às redações de jornais, de rádios e TV’s denunciando assaltos a motoristas do transporte coletivo urbano, aterrorizando um profissional que tem sob sua responsabilidade a condução de vidas.

São vidas de pessoas que saem de casa com a expectativa de chegar ao trabalho, à escola ou aos serviços de saúde e, que, muitas vezes, têm o seu destino interrompido pela ação de um marginal ou de um dependente químico, que a fim de saciar o vício rouba o apurado pelo motorista do transporte coletivo público. Na maioria das vezes, esse valor não passa de R$ 30,00 ou R$ 40,00, mas que é suficiente para comprar três ou quatro pedras de ‘crack’, ou pagar dívidas com os traficantes.

Essa pratica delituosa acontece incentivada por vários fatores, que vão desde a falta de uma ação policial contínua no interior dos ônibus, além de blitzes em pontos estratégicos da cidade, até a falta de iluminação pública nas principais rotas dos ônibus.

Diante da falta de atitudes por parte das autoridades e preocupadas com a falta de segurança para garantir que o profissional do volante possa desempenhar sua atividade com mais tranquilidade, lideranças sindicais que representam a categoria estão reivindicando o fim da circulação do dinheiro no interior dos ônibus.

O Sindicato dos motoristas de ônibus faz a reivindicação espelhada nas experiências bem sucedidas de cidades como Campo Grande (MS), Natal (RN), Curitiba (PR), Goiânia (GO), Santos (SP), dentre outras, onde esse tipo de violência foi praticamente extinto.

Inicialmente, parece que a proposta dos trabalhadores chega a ser uma boa solução para conter a onda de assalto no transporte público. Em Campina Grande, por exemplo, o sistema dispõe de tecnologia moderna e a passagem já é paga com o uso do cartão eletrônico, cujos créditos podem ser pagos em até 30 dias.

O fim do dinheiro no transporte coletivo de Campina Grande poderia ser implantado gradualmente, a partir do horário noturno, quando acontece a maior incidência de assaltos, segundo os relatórios policiais.

Fernando Soares – Jornalista com atuação em assessoria de imprensa empresarial

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